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sábado, 26 de janeiro de 2013

O amor do Nosso Deus

Esse é o tema desse clip que traz uma música do Crianças Diante do Trono, que mostra com muita clareza um pouco da dimensão do amor de Deus por nós ao enviar Jesus para nos trazer salvação.
 
Na abertura trouxemos as belas palavras do Pr. Márcio Valadão que está no Cd da cantora Mariana Valadão, na música "se isto não for amor". Juntamos tudo isso com as imagens de uma montagem da música já existente no Youtube e usamos como abertura do clip.

Assista e divulgue essa mensagem tão maravilhosa sobre o amor de Deus. Essas crianças fazem parte do Grupo Raios de Luz e os ensaios estavam na direção da irmã Elisângela Farias.
 
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sábado, 10 de março de 2012

Apresentações do Grupo Maranata

O Grupo Maranata de Danças e Artes Cênicas e formado por meninas da Primeira Igreja Batista em Groaíras que juntamente com outros jovens atua na igreja louvando ao Senhor com danças e pregando a Palavra de Deus através de peças teatrais.

O Grupo já existe a alguns anos e tem feito várias participações nas igrejas de nossa região, mas principalmente nos trabalhos de nosso igreja local. Frente desse grupo está a irmã Maiara Lopes na parte de danças e teatro a irmã Aline Mendes.

Acesse o blog do Maranata e conheça mais detalhado o trabalho desse grupo abençoado. http://www.artecenicasmaranata.blogspot.com/

Veja agora esses 2 vídeos de apresentações do grupo na nossa igreja.

pr Pr. Eronildo Rodrigues
 

 
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fanny Crosby

Frances Jane Crosby também conhecida como Fanny Crosby, foi uma compositora lírica conhecida por tornar-se a mais prolífica autora de hinos sacros conhecida, a despeito de ter sido cega desde criança.

A vida da poetisa e compositora Fanny Jane Crosby (1820-1915) é tão impressionante quanto à qualidade e quantidade de seus hinos. Ao todo são quase nove mil hinos que incentivam a mudança de vida de pecadores, encorajam cristãos e inspiram toda a humanidade até os dias de hoje. É difícil ficar passível diante da força das palavras do hino 15 do tradicional Cantor Cristão, cujo título é Exultação:

A Deus demos glória, com grande fervor,

Seu Filho bendito por nós todos deu

A graça concede ao mais vil pecador,

abrindo-lhe a porta de entrada no céus

Exultai, exultai, vinde todos louvar

a Jesus, Salvador, a Jesus redentor

a Deus demos gloria, porquanto do céu,

Seu filho bendito, por nós todos deu!

A beleza e o poder contidos nesses versos surpreendem ainda mais por terem sido escritos por uma mulher que ficou cega com apenas seis semanas de vida. Sua vida foi a prova de que dificuldade alguma pode conter a unção de Deus, nem mesmo tirar o prazer de um dos servos. Em outro de seus mais famosos e belos cânticos, intitulado Segurança, ela escreveu:

Vivo feliz, pois sou de Jesus,

e já desfruto o gozo da luz [...]

Canta minha alma, canta ao Senhor,

rende-lhe sempre ardente louvor.

Infecção nos olhos - Nascida em 24 de março de 1820 no município de Putnam, em Nova Iorque, Fanny tinha pouco mais de um mês de vida quando sofreu uma infecção nos olhos. O clínico geral estava fora da cidade e um outro médico fora chamado para tratar do caso. Receitou cataplasmas de mostarda quente e o efeito foi desastroso: a menina ficaria cega pelo resto da vida. O "médico" teve de fugir da cidade, tamanha a revolta suscitada entre os parentes e vizinhos do bebê.

Aos cinco anos, foi levada pela mãe para consultar o melhor especialista no país, o Dr. Valentine Mott. Uma coleta feita entre os vizinhos pagou a viagem. O pai de Fanny já havia morrido e a situação financeira da família era muito difícil. O sacrifício, infelizmente, foi em vão, já que o médico decretou o caso como incurável. A menina teve então de acostumar-se as dificuldades, ao mesmo tempo em que demonstrava uma habilidade incomum para compor poesias.

Naquela época, a mensagem do Evangelho foi plantada no coração da jovem Fanny, por intermédio de sua avó. Era ela quem passava horas lendo Bíblia para a menina, que demonstrava ter uma memória extraordinária: decorou diversos trechos do Livro de Rute e dos Salmos. Aos 15 anos, ela entrou para o Instituto de Cegos de Nova Iorque, para onde voltaria anos depois para ensinar Inglês e História. Como aluna e professora, Fanny passou 35 anos na mesma escola.

Testemunho de fé - Em 1844, escreveu seu primeiro livro de poemas - "A Menina Cega e Outros Poemas". Uma de suas primeiras participações como compositora aconteceu em um dos cultos de Dwight L. Moody, um dos maiores pregadores da história do Evangelho, que realizava uma conferência na cidade de Northfield, no estado de Massachussetts.

Fanny era membro da Igreja Episcopal Metodista, de Nova Iorque. Ela era uma oradora devota e freqüentemente preparava os cultos infantis da igreja.

Casamento - Em 1858, Fanny casou-se com o professor de música e cantor de concerto Alexander Van Alstyne. Nessa época, ela havia deixado o ensino para acompanhá-lo tocando piano e harpa em apresentações públicas. Na mesma ocasião, a vida trouxe-lhe uma das maiores aflições que uma pessoa pode enfrentar: a perda de um filho. A criança, seu único filho, morrera ainda pequena.

Em 1864, por influência do famoso evangelista, escritor e compositor William Bradbury, que tem dezenas de canções registradas nos hinários e cantores cristãos até hoje, Fanny passou a escrever exclusivamente musicas sacras. Apaixonada por crianças e motivada pela perda irreparável de seu filho, a compositora criou um estilo próprio: "Achei que as crianças também tinham de entender as letras e as melodias teriam de ser simples também." Ela esforçou-se para retratar os temas do céu e o retorno de Cristo com palavras simples.


Foto: wikimedia.org

Ímpeto criativo - O número extraordinário de composições da autora pode ser explicado não só pelo ímpeto criativo de Fanny, mas também pelo fato de ela ter um contrato de trabalho com uma editora, a Biglow & Co., que a obrigava a entregar três composições novas a cada semana. Ela chegou a compor sete canções em apenas um dia. Como de hábito, não iniciava seu trabalho sem antes dedicar horas à oração.

Curiosamente, Fanny não escrevia as letras de seus hinos, por nunca ter dominado o método Braille. Dona de uma memória extraordinária, memorizava-as facilmente. Quando morreu, aos 94 anos, amigos e parentes escreveram na lápide de sua sepultura: Ela fez o máximo que pôde. Sem dúvida, foi uma heroína da fé.

Fanny Crosby, que ministrou e continua a ministrar ao mundo todo com suas mensagens que "tocam o coração", poucos dias antes da sua morte, numa visita de obreiros, disse estas palavras muito significativas:

“Creio que a maior bênção que o Criador me proporcionou foi quando permitiu que a minha visão externa fosse fechada. Consagrou-me para a obra para a qual me fez. Nunca conheci o que é enxergar, e por isso não posso compreender a minha perda. Mas tive sonhos maravilhosos. Tenho visto os mais lindos olhos, os mais belos rostos e as paisagens mais singulares. A perda da minha visão não foi perda nenhuma para mim.”

Fanny morreu em Bridgeport, estado de Connecticut em 12 de fevereiro de 1915, aos 94 anos.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O orgulho sufoca, destrói, mata, derruba, etc. É um pecado mencionado com bastante freqüência nas Escrituras e todas as suas menções indicam que Deus o odeia. Deus realmente abomina o sentimento de orgulho! Toda criatura que cai nesta perigosa cilada enfrenta o Deus todo poderoso sem o menor temor. Isto porque o orgulho cega o entendimento. Ele faz seus escravos pensarem que podem tomar o lugar do Onipotente Deus ou que podem ser uma criatura superior às outras. Mas isto é engano, um caminho que leva tudo à destruição.

O primeiro pecado mencionado na Bíblia é o orgulho. Satanás queria ser como Deus, queria destroná-lo. Assim nasceu a primeira contenda no céu. Um terço dos anjos foram seduzidos. Acreditaram nas promessas do suposto futuro “senhor” de tudo. Se encheram de orgulho influenciados por Satanás. A propósito, aqueles que pensam que o sentimento de orgulho não traz contenda e desordem, estão completamente errados. O orgulho causa confusão, contenda, mágoa, brigas, discussões, divisões, etc. Além disso, o cristão quando é orgulhoso envergonha o nome de Cristo, pois isto contraria tudo o que o Mestre ensinou e viveu.

Dentro do Ministério Musical o pecado do orgulho pode ser facilmente detectado. Preste atenção:

» Quando não aceitamos exortação de nossos pastores, líderes e até mesmo de nossos companheiros de ministério » Quando sempre achamos que estamos certos » Quando não damos ouvido às outras pessoas » Quando achamos que somos melhores do que alguém » Quando achamos que somos dignos de receber alguma glória e louvor » Quando achamos que a obra que executamos está tendo sucesso pela nossa capacidade » Quando achamos que o nosso estilo musical é o mais correto perante Deus » Quando humilhamos, subestimamos ou não valorizamos aqueles que estão iniciando no ministério

Talvez esta seja a razão da escassez de verdadeiros adoradores dentro do povo chamado cristão. Esta triste armadilha têm cegado a muitos, tornando-os joio, ao invés de trigo. Aqueles que desejam trilhar a árdua jornada da verdadeira adoração deverão riscar de sua vida tudo aquilo que foi dito anteriormente. O verdadeiro adorador não deixa ser tomado pelo orgulho, mas permanece humilde pelo temor que tem de Deus. O verdadeiro adorador sabe que Deus não reparte sua glória com ninguém! Jesus, além de ser o nosso Salvador, foi o maior Mestre que pisou na face da terra. Suas maiores lições sempre tinham a ver com humildade. Ele sabia que a falta de humildade causava destruição, ruínas, separação, tristeza, e o pior de tudo, entristecia a Deus. Foram de Jesus as palavras:

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Mateus 5.5) Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. (Mateus 5.11) Portanto, quem se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. (Mateus5.18)

Jesus não só ensinou sobre a humildade, mas sua vida refletia isto em cada atitude. Dia a dia ele mostrava que o orgulho não fazia parte do seu caráter. Não foi o Rei Jesus quem lavou os pés dos discípulos na noite da Ceia? É importante ressaltar que nenhum dos 12 homens merecia isto. Outra prova de humildade foi a sua terrível morte na cruz. Na época de Jesus, a morte de cruz era um dos piores e mais humilhantes tipos de morte existente. Na polida sociedade romana até a sua menção era proibida. Você consegue imaginar o rei da glória, o filho de Deus se submetendo aos soldados romanos, apanhando, levando chutes, socos, chicotadas e tendo sua cabeça furada por uma coroa de espinhos? É difícil compreendermos isto, mas entendemos que foi uma das grandes, senão a maior prova de humildade de Jesus.

Querido irmão, faça o possível para viver uma vida de humildade, refletindo este ensinamento de Cristo em cada atitude, palavra e até pensamento. Lembre-se sempre: sem humildade, não há verdadeira adoração. Por isso, dedique um bom tempo de sua oração pedindo a Deus um caráter livre do orgulho, derrame-se aos pés do Pai e peça para Ele te curar de qualquer tipo de soberba e espere os desafios que aparecerão a você, porque, certamente o seu coração será posto à prova em muitas ocasiões. Até a próxima,

Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann

fonte: .vidanovamusic.com
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segunda-feira, 6 de junho de 2011

As Características do Verdadeiro Culto Cristão

Por Eronildo Rodrigues

Que é o culto?

Culto é reverência, é atribuição de valor absoluto, é busca de Deus ou resposta a Deus e resposta da criatura remida por Jesus Cristo, alcançada por Sua graça, ao imenso amor de Deus, mediante expressões de louvor e adoração. No culto, o coração da igreja pulsa, renovam-se-lhe as energias espirituais, o povo de Deus respira a atmosfera do céu, ao mesmo tempo em que leva ao Senhor as dores e aflições da terra.

01 ) Aspectos do culto Cristão

O culto é também momento de alegria adoração e temor (II Cr 29.27-30; I Cro 16.8-12) é comunhão (At 2.42-44) é alegria (Sl 9.2).

02) A necessidade do culto

Anjos e homens, grandes e pequenos, dirigentes e congregação, todos devemos prestar culto a Deus, enquanto oramos, louvamos, lemos a Palavra de Deus, ouvimos a mensagem de Deus.
Ninguém comparece na Casa do Senhor apenas para “assistir ao culto”, como mero espectador, como se estivesse num teatro. Somos todos chamados a adorar a Deus que é Espírito.

03) Adoração deve ser exclusiva a Deus

Quando o rei da, Assíria levou o reino do Norte cativo, destruiu a capital Samaria, espalhou os habitantes dali por todo seu reino e trouxe outras pessoas para habitar na terra de Samaria, para evitar futuras revoltas. Adorar a Deus por meios errados. Ver II Rs 17.25-28,33 ver nota 17.27-29.

04) A centralidade de Cristo, não do homem.

O Cristo vivo é o centro do verdadeiro culto cristão. Um culto sem a presença real de Cristo é um culto morto, por linda que seja a sua coreografia, por fervorosos que sejam os seus cânticos e por eloqüentes que sejam suas mensagens. O culto cristão vem de Cristo, centraliza-se em Cristo e visa à glória de Cristo (I Pe 4.11).

05) A espiritualidade.

Deus é Espírito, diz Jesus, e a única maneira de cultuá-lo é em espírito e em verdade (Jo 4.24). Isso implica: humildade, contrição, quebrantamento, reverência, solenidade, consciência pessoal da presença de Deus. A liturgia deve envolver a alma dos adoradores e não apenas os seus sentidos físicos. Quanto mais cheios do Espírito Santo estiverem os adoradores, mais perto estará o culto de ser o verdadeiro culto cristão (Ef 5.18-20).

Às vezes a presença do Convidado principal da noite é ignorada. Em muitas ocasiões, participamos dos cultos apenas "de corpo presente". Em outras situações, participamos em "espírito, alma e corpo", mas preferimos colocar a conversa em dia com irmão ao lado, reclamar da pregação ou resolvemos dar uma voltinha lá atrás da igreja para esticar as pernas. Caros irmãos, muitas vezes estamos sendo irreverentes e insensíveis sem percebermos!

Pedintes espirituais = Obviamente todos sabemos que Deus é refúgio, que Deus responde às orações e que Ele tem muitas bênçãos a dar, mas se tratarmos a Deus somente como alguém disposto a nos conceder a "benção", estaremos sendo cegos insensíveis. É como se disséssemos aos nossos pais naturais: "não estamos preocupados com você, só queremos as chaves do teu carro para que possamos dar uma voltinha!". Que duro para um pai ter que ouvir isso, não é? Mas às vezes é assim que temos nos portado diante do Pai celeste, como "pedintes espirituais". Deus é muito mais do que podemos imaginar! Ele merece toda gratidão, louvor, reverência etc. Lembre-se disso da próxima vez que você for entrar na presença de Deus em adoração. Sempre que estiver se dirigindo ao culto congregacional tente imaginar a grandeza e a majestade de Deus, e com certeza a sua adoração será diferente!

06) A música no culto

A Bíblia nos fala na música desde o início (Gn 4.21) a música constituiu uma parte importante na adoração e celebração de Israel veja o cântico de Moisés (Ex 15.1-19; Miriã 20,21).

Na época de Davi a música passou a fazer parte do culto de forma mais organizada (I Cr 6.31,32; 15.16). observemos a organização na consagração do templo ( II Cr 5.11-14).

1. No NT. Jesus cantou (Mt 26.30) Paulo e Silas cantaram na prisão (At 16.25) nós também deve-mos louva-lo pelo que ele é e tem feito em nossas vidas (Ef 5.19,20; Col 3.16,17).

2. No AT. Os que louvavam eram 288 dividido em 24 grupos que formavam 24 grupos de 12 pessoas, de igual modo os sacerdotes. A cada 15 dias era trocado um turno (II Cr 25).

3. Que tipo de música ouvir em casa? É nestes momentos que desenvolvemos nosso gosto musi-cal, que invariavelmente traremos para dentro da igreja. Nem toda música popular é pecado, embora algumas o sejam. Considere se ouvi-la não prejudica sua carreira cristã. Que benefícios você terá ao ouvir? Que lembranças vem a sua mente quando ouve uma dessas músicas? Certamente você vai concluir que cânticos espirituais lhe fará muito melhor ( Col 3.16).

Lembre-se que seu caráter (seus gostos e inclinações) são uma das poucas coisas que irão desta Terra para o Céu. Deus não transformará seu caráter para trasladá-lo. Se ele não se ajustar ao Céu, você não estará lá.

07 -  Diferenças entre louvor e adoração

Na antiguidade, Deus era adorado através da oração, dos sacrifícios, nas festividades religiosas, no tabernáculo, na arca da aliança, no sábado (que era guardado como sinal de adoração a Deus em memorial da criação), no templo, nas sinagogas e através dos mais diversos simbolismos que o homem utilizava para demonstrar respeito, amor, honra e adoração a Deus.
E hoje, nós adoramos a Deus Pai, na figura do Filho, através da atuação do Espírito Santo em nós. Adorar e louvar são basicamente a mesma coisa Mas é preciso distinguir a tênue característica que diferencia uma coisa da outra. É uma questão apenas de postura : uma para louvar e outra diferente para adorar.

Louvor é festa. Adoração é reverência.

Louvor é júbilo. Adoração é respeito.

Louvor é regozijo. Adoração é contrição.

Na hora do louvor é hora de festejar a Deus pelos seus grandes feitos.

Na hora da adoração, é hora de postar-se diante da maior autoridade que existe, que era, que é e que há de vir. É hora de prostrar-se diante do Rei dos Reis, do Senhor dos Senhores, do Deus de toda a terra e se fazer contrito, humilde, silencioso e atento para ouvir o que ELE tem pra falar.

07) O Culto tem seu fundamento na Palavra de Deus.

O verdadeiro culto cristão é bíblico na sua forma e conteúdo. É planejado e executado por pessoas que conhecem a Bíblia, que amam a Bíblia e desejam que a pregação seja bíblica, que as músicas reflitam as emoções de quem tem a Bíblia no coração (Hb 4.12), que os sentimentos dos adoradores sejam inspirados na verdade da Bíblia e que o cultuar resulte em um viver conforme a ética bíblica.

08) A ordem no culto.

O Deus a quem adoramos é o Deus que “ tudo fez formoso a seu tempo”. Basta olhar para o mundo criado para ver que Deus ama a ordem e tudo aquilo que é verdadeira-mente belo. Tudo no culto cristão deve produzir vida e paz (1Co 14.33).

I Coríntios 14 .23 Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos?

24 Mas, se todos profetizarem, e algum indouto ou infiel entrar, de todos é convencido, de todos é julgado.

25 Portanto, os segredos do seu coração ficarão manifestos, e assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre vós

40 Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.


Pessoas caídas no culto pelo "Poder de Deus na unção"  compare
os ensinamentos de Paulo sobre a ordem no culto com isso.
Esses princípios tem sido claramente deixados de lado na maioria dos culto de hoje, onde o que importa é deixar-se livre paro o "Espirito Santo" agir. As vezes os cultos parecem mais terreiros de umbanda do que culto a Deus na igreja evangélica, giros rodopios, batidos de palmas desenfreados e descontrolados e muitos outros gestos onde o indivíduo parace perder o controle de si.

Isso não parece mover do Espirito. Cremos que na presença do Senhor há plenitude de alegrias (Sl 16.11). Mas Deus não tira o controle de nossas vidas. A forma de expressar esse alegria, somos nós que fazemos.

No texto acima de 1 corintios, verificamos o cuidado de Paulo pela ordem no culto, para o culto não virar bagunça. Ele se mostra preocupado com pessoas simples, como novos convertidos ou descrentes, ao entranrem nesse culto e não entederem nada pela desordem gerada. Ele deixa claro no versículo 40 que a ordem deve prevalecer. Nosso Deus é organizado e o culto a Ele deve ser também.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Chamado de um adorador

Atos 13:21. Deus chama seus adoradores com um propósito e com uma razão. O Novo Testamento nos descreve algo sobre a vida de Davi e que Deus encontrou nele algo diferente. Davi era um rapaz diferente provavelmente de todos os rapazes de sua geração.

Davi viveu num tempo em que a arca não estava presente em Israel, ela tinha sido levada pelos filisteus. A adoração em Israel era feita em distintos lugares, ora em Gibeá ora no Hebron. Cada um adorava em qualquer lugar. O sacerdócio era mais ou menos disperso.

Davi cresceu no meio das ovelhas, no meio do campo. Ele era de uma família tradicional de Belém, filho de Jessé junto com seus irmãos. Estes eram homens preparados para a guerra. Davi era um pastorzinho, um rapaz simples, desconectado da sua época.

Uma época em que Israel vivia em guerra, em conflitos, em confusão. Saul era o rei e como rei já estava desqualificado. Israel vinha perecendo de toda a sua religiosidade. O povo de Israel estava totalmente prostituído com deuses de outra cultura. O mundo religioso da sua época estava totalmente falido e Davi vivia neste contexto.

Em II Crônicas 16:9 e fiz uma canção sobre está passagem que diz: “…seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele…”.

Quando os olhos de Deus estavam passavam sobre a terra, viu Deus o povo de Israel, viu o Rei Saul e também o profeta Samuel tentando ajeitar a vida espiritual em Israel. Derrepente, os olhos de Deus encontraram um pastorzinho. Os olhos do Senhor passaram pelas campinas de Belém e lá o Senhor viu um rebanho e os seus olhos pousaram sobre um pastorzinho que cantava e declarava o seu amor ao Deus de Israel: “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará, ele me faz repousar em pastos verdejantes…”.

Deus não viu nenhuma coisa grandiosa no que Davi estava fazendo. Nesta época em que Deus o encontrou, Davi não tinha feito nenhuma grande realização, ele apenas cuidava zelosamente do rebanho de seu pai Jessé. Um rapazinho insignificante que nem ao mesmo tinha sido contado entre os filhos de seu pai.

Quando Samuel veio até a casa de Jessé, onde Deus informou estar ali o novo rei de Israel, todos os seus irmãos foram apresentados ao profeta menos Davi. Deus não viu a aparência dos filhos de Jessé, mas Deus viu o coração de Davi.

Tudo na vida de Davi não começou ao derrotar o gigante Golias, não começou com as batalhas, não começou como rei. Começou no meio dos rebanhos, porque começou no seu coração, de dentro para fora.

Primeiro aspecto na vida de Davi é este: Deus conhecia o coração de Davi e Davi conheceu o coração de Deus.

E tudo na vida deste homem grandioso, um homem que teve falhas, mas que deixou a sua marca na história, não só no povo de Israel mas em toda a história da igreja e da humanidade, aconteceu porque Davi aprendeu a conhecer o coração de Deus. Em Atos 13:21 “segundo o meu coração, diz o Senhor”

Ali estava a chave. Davi aprendeu em todas as situações, em todas as circunstâncias seguir o coração de Deus. Ele não foi discipulado. Talvez seu pai tenha lhe ensinado os princípios do Senhor, mas ele não teve a graça de aprender os preceitos do Senhor como nós podemos aprender hoje.

Ali mesmo naquelas planícies, com seu rebanho, Davi abriu seu coração para Deus. Aqui está à chave do nosso chamado. Este chamado não acontece quando temos desejo de fazer alguma coisa para o Senhor, mas começa quando você aprende a conhecer o coração de Deus. Deus se revela a você e você escancara o seu coração para Deus e o seu coração começa a ser o coração de Deus.

Quando você começa a amar o coração de Deus, a vontade de Deus e a comunhão com Deus, então você está apto para ouvir o chamado de Deus. O chamado de Davi começa com a comunhão, não começa com grandes obras, com grandes feitos, começa com uma profunda comunhão com Deus.

A obra de Deus na minha vida não começou quando comecei a viajar pelas nações, quando comecei o trabalho como produtor musical. Começou a 31 anos atrás quando Deus se deu a conhecer a mim e eu me dei a conhecer a ele.

Quando rasguei meu coração diante de Deus. Deus viu o meu pecado, mas trouxe sobre mim o seu sangue. Deus começou a trazer cura, trouxe a regeneração, trouxe a restauração e pude então conhecer o seu coração. E vi que o coração de Deus é sem limites. É um coração onde tem lugar para todos os seus filhos, é um coração eterno.

Deus viu o coração de Davi por trás daquele rebanho, insignificante. Deus pode ver os nossos corações não atrás de uma grande obra, mas ali no nosso dia a dia, na nossa insignificância, na nossa rotina. Deus está dizendo: “Eu estou vendo o teu coração. Eu estou olhando para ti, eu estou vendo as obras do teu coração.” Deus não se importa com grandes projetos, com grandes realizações neste mundo. A obra de Deus começa na simplicidade de um coração totalmente dele.

A chave do nosso chamado para fazer as grandes obras de Deus começa na comunhão com Ele, em um coração disponível e totalmente dele.

Cantor Asaph Borba


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quarta-feira, 30 de março de 2011

Louve com sobriedade e sensibilidade

            Vivemos na era da música digital. Os muitos sons nos fazem delirar. Foi muita mudança tecnológica, rítmica e cultural que revolucionou e modificou o cenário evangélico na área de louvor e adoração. Diante do novo contexto, as opiniões se dividem. O louvor contemporâneo é melhor do que o antigo dos hinários? As mudanças foram para bem ou para mal.

         A mudança da hinódia das igrejas tradicionais foi nítida nos últimos vinte e cinco anos. Durante décadas as igrejas tradicionais (batistes, presbiterianas, metodistas e assembleianas) usaram quase que exclusivamente os hinários com seus hinos bicentenários em sua maioria. Apesar de muitos aspectos excelentes e positivos dos antigos hinários, como a organização temática, a teologia saudável e equilibrada há também aspectos que facilitaram uma rejeição gradual dos mesmos, aliada a uma crescente aceitação de cânticos e hinetos mais recentes. Por que tantos belos hinos caíram em desuso? Algumas das principais razões podem ser aqui mencionadas:
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terça-feira, 13 de julho de 2010

30 ERROS QUE UM MINISTRO NÃO PODE COMETER

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração

- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).

A) Aspecto espiritual

- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.

- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.

- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.

B) Aspecto musical

- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.

- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.

- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.

- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.

- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2- Nunca prepara a ministração

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.

- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.

- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.

- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.

- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4- Não aceitar as críticas

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.

- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor

- Não seja “juiz” das pessoas.

- Mostre a graça de Deus e o amor.

- Não seja grosseiro e indelicado.

- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.

- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.

- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.

- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6- Utilizar o púlpito para desabafar

- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!

- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7- Gritaria
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

CARTA AOS INTRUMENTISTAS

Hoje em dia, instrumentistas cristãos têm tido um pouco de dificuldade para encontrar artigos, estudos ou livros direcionados especialmente a eles. Como sabemos, há uma grande sede por material sobre louvor e adoração, e muitos acabam se perguntando: “Como devo utilizar o meu dom na obra de Deus?”, “Qual é a melhor maneira para um músico cristão realizar a sua obra?”, “O que devo fazer para dar o melhor de mim a Deus?”. Bem, este estudo trará a luz algumas dicas básicas destinada especialmente a estas pessoas que desejam utilizar o seu talento musical na obra de Deus. Leia atenciosamente as linhas abaixo:

O Aprimoramento do Dom

A Bíblia fala em Romanos 12.5 a 8: “…assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria”. Para resumir, este verso diz para nos dedicarmos naquilo em que fomos chamados a fazer. Por esta razão, a regra número 1 do músico cristão é aprimorar o seu talento musical dentro do possível. Com certeza, Deus não quer músicos preguiçosos, músicos sem vontade para ensaiar, músicos que não desenvolvem o seu talento. Deus quer que nós multipliquemos o nosso talento!!!

Os ensaios com o Grupo

Vimos acima que o músico deve aprender a aprimorar o seu dom. Por outro lado, a maioria dos músicos não toca sozinho na igreja, mas participam de um grupo musical. Por esta razão eles devem participar de pelo menos um ensaio por semana com toda a equipe. E com certeza esta equipe tem que, antes de tudo, estar entrosada. Senão será um caos, cada um tocando de um jeito diferente! O músico também deve estar ciente de que não estou falando apenas de ensaios musicais, mas reuniões que tratam sobre assuntos do grupo, assim como reuniões de orações e estudo da Palavra.

Horários e Compromissos

Este é um assunto de suma importância. Todos os músicos que querem agradar a Deus devem ser responsáveis com todos os seus horários e compromissos estabelecidos. Se acontecer o contrário, o músico estará entristecendo a Deus e magoando as outras pessoas do grupo. A irresponsabilidade de um irmão pode fazer os outros pensarem: “Se ele pode, eu também posso!” ou “Se fulano chegou atrasado, eu também posso chegar!”. Irresponsabilidade gera mais irresponsabilidade, aí o líder terá dificuldades para exortar. Na verdade, este é um mal que deve ser cortado pela raiz. Meu querido irmão, seja pontual e não falte seu compromisso sem avisar antecipadamente!!!

Cuidar com a Aparência

Bem, este é um assunto delicado mas nós não podemos deixar de comentar. O músico deve fazer o possível para não estar vestido de uma forma chamativa ou escandalosa. Isto porque ele subirá ao palco para tocar e estará à vista de todas as pessoas. Muitos irmãos podem perder a atenção ou não conseguir se concentrar no louvor por causa de vários motivos relacionados a vestimentas, sendo que o problema maior é a indecência. Vamos ter um pouco mais de sabedoria (o nosso corpo é templo do Espírito Santo) e um pouco de amor a Deus e aos irmãos, e cuidar com quê vamos nos vestir antes de ministrar no púlpito.

Investir tempo no relacionamento com Deus

Da mesma forma que cobramos ensaio e esforço do músico, isto de nada valerá se o músico não ter relacionamento com Deus. A unção (puf!), vai embora! É um erro pensar que a unção vem da musicalidade, mas muitos irmãos ao verem um conjunto abençoado, correm para os instrumentos tentando imitar os músicos que viram, pensando que vão trazer a mesma unção. Esta é a regra mais importante de todas: o músico deve ser um adorador, um amigo de Deus! Senão acontecerá igual aos grupos mundanos: eles tocam muito bem, mas a música é vazia!!! O músico deve buscar a santidade e ter um ótimo testemunho de vida, ou tudo pode ir por água abaixo. Meus irmãos, quantos músicos cristãos têm se perdido porque se dedicaram demais aos instrumentos e se esqueceram de Deus? Se você quer UNÇÃO, há duas coisas que você deve fazer todos os dias: ORAÇÃO E LEITURA DA PALAVRA! Isto é, RELACIONAMENTO COM O PAI!

Um abração em Cristo Jesus

Ramon Tessmann



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