sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Chamado de um adorador

Atos 13:21. Deus chama seus adoradores com um propósito e com uma razão. O Novo Testamento nos descreve algo sobre a vida de Davi e que Deus encontrou nele algo diferente. Davi era um rapaz diferente provavelmente de todos os rapazes de sua geração.

Davi viveu num tempo em que a arca não estava presente em Israel, ela tinha sido levada pelos filisteus. A adoração em Israel era feita em distintos lugares, ora em Gibeá ora no Hebron. Cada um adorava em qualquer lugar. O sacerdócio era mais ou menos disperso.

Davi cresceu no meio das ovelhas, no meio do campo. Ele era de uma família tradicional de Belém, filho de Jessé junto com seus irmãos. Estes eram homens preparados para a guerra. Davi era um pastorzinho, um rapaz simples, desconectado da sua época.

Uma época em que Israel vivia em guerra, em conflitos, em confusão. Saul era o rei e como rei já estava desqualificado. Israel vinha perecendo de toda a sua religiosidade. O povo de Israel estava totalmente prostituído com deuses de outra cultura. O mundo religioso da sua época estava totalmente falido e Davi vivia neste contexto.

Em II Crônicas 16:9 e fiz uma canção sobre está passagem que diz: “…seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele…”.

Quando os olhos de Deus estavam passavam sobre a terra, viu Deus o povo de Israel, viu o Rei Saul e também o profeta Samuel tentando ajeitar a vida espiritual em Israel. Derrepente, os olhos de Deus encontraram um pastorzinho. Os olhos do Senhor passaram pelas campinas de Belém e lá o Senhor viu um rebanho e os seus olhos pousaram sobre um pastorzinho que cantava e declarava o seu amor ao Deus de Israel: “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará, ele me faz repousar em pastos verdejantes…”.

Deus não viu nenhuma coisa grandiosa no que Davi estava fazendo. Nesta época em que Deus o encontrou, Davi não tinha feito nenhuma grande realização, ele apenas cuidava zelosamente do rebanho de seu pai Jessé. Um rapazinho insignificante que nem ao mesmo tinha sido contado entre os filhos de seu pai.

Quando Samuel veio até a casa de Jessé, onde Deus informou estar ali o novo rei de Israel, todos os seus irmãos foram apresentados ao profeta menos Davi. Deus não viu a aparência dos filhos de Jessé, mas Deus viu o coração de Davi.

Tudo na vida de Davi não começou ao derrotar o gigante Golias, não começou com as batalhas, não começou como rei. Começou no meio dos rebanhos, porque começou no seu coração, de dentro para fora.

Primeiro aspecto na vida de Davi é este: Deus conhecia o coração de Davi e Davi conheceu o coração de Deus.

E tudo na vida deste homem grandioso, um homem que teve falhas, mas que deixou a sua marca na história, não só no povo de Israel mas em toda a história da igreja e da humanidade, aconteceu porque Davi aprendeu a conhecer o coração de Deus. Em Atos 13:21 “segundo o meu coração, diz o Senhor”

Ali estava a chave. Davi aprendeu em todas as situações, em todas as circunstâncias seguir o coração de Deus. Ele não foi discipulado. Talvez seu pai tenha lhe ensinado os princípios do Senhor, mas ele não teve a graça de aprender os preceitos do Senhor como nós podemos aprender hoje.

Ali mesmo naquelas planícies, com seu rebanho, Davi abriu seu coração para Deus. Aqui está à chave do nosso chamado. Este chamado não acontece quando temos desejo de fazer alguma coisa para o Senhor, mas começa quando você aprende a conhecer o coração de Deus. Deus se revela a você e você escancara o seu coração para Deus e o seu coração começa a ser o coração de Deus.

Quando você começa a amar o coração de Deus, a vontade de Deus e a comunhão com Deus, então você está apto para ouvir o chamado de Deus. O chamado de Davi começa com a comunhão, não começa com grandes obras, com grandes feitos, começa com uma profunda comunhão com Deus.

A obra de Deus na minha vida não começou quando comecei a viajar pelas nações, quando comecei o trabalho como produtor musical. Começou a 31 anos atrás quando Deus se deu a conhecer a mim e eu me dei a conhecer a ele.

Quando rasguei meu coração diante de Deus. Deus viu o meu pecado, mas trouxe sobre mim o seu sangue. Deus começou a trazer cura, trouxe a regeneração, trouxe a restauração e pude então conhecer o seu coração. E vi que o coração de Deus é sem limites. É um coração onde tem lugar para todos os seus filhos, é um coração eterno.

Deus viu o coração de Davi por trás daquele rebanho, insignificante. Deus pode ver os nossos corações não atrás de uma grande obra, mas ali no nosso dia a dia, na nossa insignificância, na nossa rotina. Deus está dizendo: “Eu estou vendo o teu coração. Eu estou olhando para ti, eu estou vendo as obras do teu coração.” Deus não se importa com grandes projetos, com grandes realizações neste mundo. A obra de Deus começa na simplicidade de um coração totalmente dele.

A chave do nosso chamado para fazer as grandes obras de Deus começa na comunhão com Ele, em um coração disponível e totalmente dele.

Cantor Asaph Borba


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quinta-feira, 28 de abril de 2011

AS SETE PALAVRAS DO SEPULCRO VAZIO

Na cruz, Jesus fala sete vezes. Sao falas solitárias, poderosas, amorosas, mas solitárias.

Depois que ressuscitou, deixando vazio o sepulcro, Jesus fala sete vezes no domingo e dos dias seguintes. Sao falas comunitárias. São diálogos, na verdade. Sao igualmente amorosas e poderosas.

Estão nos Evangelhos para ajudar em nossa caminhada peregrina.

Vejamos as sete falas.

1 - "Não tenham medo".  (Mateus 28.10)

A narrativa de Mateus das primeiras palavras de Jesus, após ter deixado sua própria sepultura, é belíssima em sua precisa síntese.

"As mulheres saíram depressa do sepulcro, amedrontadas e cheias de alegria, e foram correndo anunciá-lo aos discípulos de Jesus. De repente, Jesus as encontrou e disse:

-- Salve!  Elas se aproximaram dele, abraçaram-lhe os pés e o adoraram. Então Jesus lhes disse:

-- Não tenham medo. Vão dizer a meus irmãos que se dirijam para a Galiléia; lá eles me verão. (Mateus 28.8-10) Ao entrarem no sepulcro, para perfumar o corpo sepultado de Jesus, as mulheres (sim, mulheres, parentes, amigas e seguidoras) são as primeiras a descobrir que o seu Raboni não está no lugar onde fora deixado 36 horas antes.
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Não teria importância…

John MacArthur – Não se Esqueça da Ressurreição



Em 1874, um ministro batista chamado Robert Lowry redigiu um dos mais comoventes hinos e que muito exaltou a ressurreição de Jesus Cristo – “Fundo, no túmulo, Ele deitou”. Note como estes versos contrastam a impotência da morte e do sofrimento com o poder da ressurreição de Cristo:

Fundo, no túmulo, Ele deitou, Jesus, meu Salvador;
À espera do dia seguinte, Jesus, meu Senhor!
Em vão observam o leito de Jesus, meu Salvador;
Em vão, eles selam o morto, Jesus, meu Senhor!
A morte não pode deter sua presa, Jesus, meu Salvador;
Ele rompeu as barreiras, Jesus, meu Senhor!

A morte, o mais terrível inimigo do homem, não tem poder para reinar sobre o Senhor da vida. Essa verdade tem significado para você e para mim, aqui e agora, no vigésimo primeiro século. Você pode ver isto na parte mais emocionante e comovente do hino de Lowry, o refrão que pontua cada estrofe.

Do túmulo, Ele ergueu-se,
Com um poderoso triunfo sobre seus inimigos,
Ele ergueu-se, como um conquistador,
Vencendo o domínio da escuridão
Ele vive para sempre, com seus santos a reinar.
Ele levantou-se! Ele levantou-se!
Aleluia! Cristo ressuscitou!

Você vê nestas linhas o que a ressurreição de Jesus significa para você? Se você é um cristão, pode se regozijar no fato de que Cristo levantou-se dos mortos como um conquistador, um campeão que vive para sempre, para reinar “com seus santos”. Isso se refere à promessa baseada em nosso batismo na morte e ressurreição em Cristo – é a nossa esperança e a razão e base de tudo o que cremos.

Mas, e se não houve a ressurreição? E, se a ressurreição de Jesus Cristo é apenas um mito do primeiro século a ser ignorado ou marginalizado como uma questão secundária? As implicações dessa abordagem são devastadoras para o cristianismo.

Chamo sua atenção ao que Paulo escreveu em 1 Coríntios 15.16-19, de modo que você possa ver o que acontece quando esquece a ressurreição.

Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.

Sem dúvida, se Jesus ainda está no túmulo, se Ele é perpetuamente o sofredor e nunca, o conquistador, então você e eu estamos desesperadamente perdidos. E, embora esse não seja o caso, quero focalizar no hipotético “e, se” que Paulo presume temporariamente, em 1 Coríntios 15. “E, se a ressurreição fosse um mito? E, se Jesus Cristo ainda estivesse morto e no túmulo?”

Em primeiro lugar, vocês ainda estariam em seus pecados, sob a tirania da morte, juntamente com o mais vil e incrédulo pagão. Se Jesus não ressuscitou dos mortos, então, o pecado ganhou a vitória sobre Ele e continua a ser vitorioso sobre você também. Se Jesus permaneceu no túmulo, então, quando você morrer haverá de permanecer morto. Além do mais, visto que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23), se você tivesse de permanecer morto, a morte e a punição eterna seriam o seu futuro.

A razão de confiarmos em Cristo é para perdão de pecados. Porque é do pecado que precisamos ser salvos. “Cristo morreu pelos nossos pecados” e “foi sepultado, e… ressuscitou ao terceiro dia” (1 Co 15.3-4). Se Cristo não ressuscitou, sua morte foi em vão, sua fé nEle seria sem sentido, e seus pecados ainda seriam contados contra você e não haveria nenhuma esperança de vida espiritual.

Segundo, se não há ressurreição, então, “ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram” (v. 18). Isso significa que todo santo do Antigo Testamento, todo santo do Novo Testamento, e todo santo desde que Paulo escreveu estaria sofrendo em tormento neste exato momento. Isso incluiria o próprio Paulo, os outros apóstolos, Agostinho, Lutero, Calvino, Wesley, Moody, e os santos de fé e oração que você conheceu – todo e qualquer crente, em todas as eras, também estaria no inferno. Sua fé teria sido em vão, seus pecados não teriam sido perdoados, e seu destino seria a condenação.

À luz das outras consequências, a última é bem óbvia: “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos homens”. Sem a ressurreição de Cristo, a salvação e as bênçãos que ela traz, o cristianismo seria sem sentido e lamentável. Sem a ressurreição não teríamos o Salvador, o perdão e o evangelho, jamais teríamos a fé significativa, nem a vida, e nunca poderíamos ter esperança por alguma dessas coisas.

Esperar em Cristo somente nesta vida seria ensinar, pregar, sofrer, sacrificar-se, e trabalhar inteiramente por nada. Se Cristo ainda está morto, então Ele somente não tem habilidade de salvar você no futuro, mas Ele também não pode lhe ajudar agora. Se Ele não estivesse vivo, onde estaria sua fonte de paz, alegria ou satisfação hoje? A vida cristã seria uma galhofa, uma farsa, uma piada cruel e trágica. Os cristãos sofreriam e até morreriam porque a fé seria apenas tão cega e patética quanto a daqueles “crentes” que seguiram Jim Jones e o Templo do Povo, David Koresh e as Raízes Davídicas, e Marshall Applewhite e a seita do Portão do Céu.

Se o cristão não tem um Salvador, senão Cristo; um Redentor, senão Cristo; e um Senhor, senão Cristo; e, se Cristo não é ressurreto, Ele não está vivo; nesse caso, a nossa vida cristã é sem vida. Nós nada teríamos para justificar nossa fé, nosso estudo bíblico, nossa pregação ou testemunho, nossa adoração e serviço de culto a Ele, e nada para justificar nossa esperança nesta vida ou na próxima. Nós nada mereceríamos, senão a compaixão reservada para os tolos.

Mas, Deus sim ressuscitou “dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Rm 4.24-25). Porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo 14.19). “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (At 5.30-31).

Não somos dignos de pena, pois Paulo imediatamente encerra a terrível seção “e, se”, dizendo: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20). Como Paulo disse, no final de sua vida, “sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito [i.e. sua vida] até aquele Dia” (2 Tm 1.12).

Aqueles que não esperam somente em Cristo para salvação são verdadeiros tolos; eles são os que precisam ouvir seu testemunho compassivo sobre o triunfo da ressurreição de Cristo. Então, não esqueça a ressurreição; regozije-se nela e glorie-se nela, pois Ele ressuscitou de fato.

Traduzido por: Wellington Ferreira

Copyright: © John MacArthur Jr © Editora FIEL 2009.
Traduzido do original em inglês: Don’t forget the ressurrection.
Com a permissão do ministério Grace to You.

Fonte: voltemosaoevangelho.com/blog


VEJA TAMBÉM:
 
E SE CRISTO NÃO TIVESSE RESSUSCITADO?
 
POR QUE JESUS VEIO MORRER NA CRUZ POR NÓS
 
LIVRO CONHEÇA JESUS
 
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

APOSTILA GRÁTIS - CASADOS EM CRISTO

“Viva feliz com a mulher que você ama! Sua vida passa depressa e o que Deus lhe dá como prêmio por todo o seu trabalho é a sua esposa.” (Ec 9:9- Bíblia Viva)

Temos acompanhado a vida de muitos casais e ficamos penalizados de vê-los atravessando crises terríveis de relacionamentos.

Houve um tempo que a igreja estava como que imune a separações e divórcios, mas as coisas mudaram e até a igreja vem sendo atingida com uma crescente onda de divórcios.

Os homens de meia idade já não temem deixar a esposa e entrar num novo relacionamento em virtude do advento do “Viagra”, visto que antes eles temiam o fantasma da disfunção erétil, o que hoje não acontece mais.

As mulheres por sua vez têm sido encorajadas pelas celebridades e estão deixando seus maridos e buscando um novo relacionamento, de preferência com homens mais jovens, isso é o que a mídia tem mostrado.

Outro fator que estimula a separação por parte delas é a sua independência, uma vez que hoje a mulher já descobriu que pode sobreviver sem o sustento do homem como acontecia anteriormente. De modo que ela não tolera mais algumas coisas que antes ela tolerava .

O fato de a igreja possuir índices menores de separações não é nenhuma garantia de que tudo vai muito bem.

Temor a Deus, busca da obediência e o medo de enfrentar a vida sozinho ou numa nova relação, ainda são fatores determinantes para que não haja tantos divórcios e separações dentro da igreja.

Mas tem muitos cristãos que vivem uma vida de infelicidade dentro de seus lares.

A boa notícia é que não precisa ser assim, Deus tem cura para a família, e isso se dá através de sua Palavra, conforme diz o salmista:

“Enviou a sua palavra, e os sarou; e os livrou da sua destruição.( Sl 107:20)“

E tudo isso afeta a igreja, mesmo porque ela é formada por pessoas da sociedade que trazem consigo seus padrões morais e éticos, que nem sempre são os mesmos estabelecidos por Deus.

Daí uma constante necessidade de reajustar as nossas vidas dentro dos princípios e valores bíblicos.

E a ideia deste livro é contribuir para que os casais cristãos vivam bem, sejam felizes e construam um relacionamento duradouro e com alegria, corrigindo valores de uma bagagem anterior, ajustando-os aos princípios da Palavra de Deus.

Aproveite bem este livro, que ele seja mais do que um acúmulo de conhecimento, mas que seja algo interessante para você por em prática na sua vida conjugal.
Que o Espírito de Deus desafie cada leitor a uma mudança, e assim se tornar um marido melhor, uma esposa melhor, pois dessa maneira teremos famílias mais ajustadas, igrejas fortalecidas e uma nação mais santa.

Vale dizer que

“Quando eu mudo, tudo ao meu redor muda comigo ”( autor desconhecido),

Postado por Pr Ismael e Pra.Cleire
 
Fonte: casadosemcristo.blogspot.com/



BAIXAR - APOSTILA CASADOS EM CRISTO

 
LEIA TAMBÉM:
 

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

O DEUS QUE REFAZ, O DEUS QUE CURA

Maranata Ministério de dança organiza culto de louvor a Deus
        No domingo, 24 de abril de 2011, o ministério de danças Maranata, da Igreja Batista em Groaíras, celebrou o Nome do Grande Oleiro em um culto marcado pela mensagem intimista de restauração interior. A partir da analogia de vasos que são quebrados e refeitos, o grupo pôde ministrar cura interior e reconstrução de emoções e sentimentos.

Cremos num Deus que faz dos cacos um vaso novo
        A celebração contou com uma coreografia estilo country, onde se convidou toda a IBG a cantar e a dançar, alegrando-se no dia que o Senhor fez para festa ao Seu Nome. Foi também, lido um texto acerca da dança como forma de adoração.

       Um dos momentos mais marcantes foi a dramatização realizada com vasos: quatro meninas clamavam a Deus por cura de feridas na alma e, a partir dos vasos que eram quebrados, como forma de se entregar ao Oleiro, eram restauradas pelo Próprio. Esta oportunidade permitiu refletir sobre dificuldades individuais que se enfrenta ao longo da vida e, sobre a necessidade de se lançar aos Braços do Único Poderoso para refazer o homem, Deus.

      A pregação da Palavra foi realizada pela diaconisa Elisregina Melo tendo como texto-base Jeremias 18. A preletora relatou a situação do homem diante de Deus, enfocando sua criação e a realidade atual de pecador. Elis ressaltou a necessidade de restauração e de libertação do pecado para que o homem retorne ao fim para que Deus o criou: louvor e glória de Seu Nome.

     Deus, através das danças, músicas e de Sua Palavra, trouxe aos corações dos presentes mais entendimento sobre Sua Graça que sara feridas e Seu Amor que alcança o perdido e o refaz para Seu louvor e glória.

by Alexsandro Melo

                                            para ver maior click nas imagens para ampliar










VEJA TAMBÉM:

Reveillon da Igreja Batista em Groaíras

Confraternização do Grupo Fiéis de Cristo

Confraternização de Natal com Crianças do Córrego dos Matos

Mais detalhes - blog do Grupo Maranata



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domingo, 24 de abril de 2011

E se Cristo não tivesse ressuscitado?

Hoje milhões de pessoas em todo o planeta relembram o fato histórico de que Jesus Nazareno, profeta em Israel, o Filho Unigênito do Deus vivo, morreu numa cruz, ressuscitando ao terceiro dia dentre os mortos.

Caro leitor, esta verdade inequívoca é a razão da nossa celebração. O cristianismo só tem sentido porque o sepulcro está vazio! Porque caso contrário seria vã e sem sentido a nossa fé! Aliás,você por acaso já parou para pensar o que seria de nós caso Cristo não tivesse ressuscitado?

Ora, se o Senhor não tivesse ressuscitado dentre os mortos continuaríamos mortos em nossos delitos e pecados; Se o Senhor não tivesse ressuscitado, ainda seríamos escravos de Satanás; Se Cristo não tivesse ressuscitado dentre os mortos, estaríamos fazendo a vontade da carne, andando segundo o curso deste mundo, conforme a vontade do principe da potestade do ar; Se Cristo não tivesse ressuscitado, não teríamos a esperança da vida Eterna, nem tampouco poderíamos desfrutar das benesses do seu Reino.

Prezado amigo, como é bom saber que o nosso Senhor venceu a morte! Sem sombra de dúvidas a ressurreição de Cristo é a parte principal da fé cristã. O apóstolo Paulo deixou isso claro em sua primeira carta aos Coríntios: "E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens" (1 Coríntios 15:13-14,19).

Ao contrário dos deuses das religiões, podemos afirmar que o nosso redentor VIVE! Alelulia! A morte não o deteve, os nossos pecados não o detiveram, o Sepulcro esta vázio! Cristo ressuscitou! Ele vive e reina SOBERANAMENTE! Em virtude disto podemos cantar:

Porque Ele vive, posso crer no amanhã.

Porque Ele vive, temor não há.

Mas eu bem sei, eu sei, que a minha vida

Está nas mãos do meu Jesus, que vivo está


Deus enviou Seu Filho amado

Para morrer em meu lugar

Na cruz sofreu por meus pecados

Mas o sepulcro vazio está porque Ele vive


E quando, enfim, chegar a hora

Em que a morte enfrentarei

Sem medo, então, terei vitória

Verei na Glória o meu Jesus que vivo está!


Por Renato Vargens
Fonte: renatovargens.blogspot.com/


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50 RAZOES POR QUE JESUS VEIO MORRER POR NÓS

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